Natal sem publicidade.
Como seria o Natal sem publicidade? Sem luzes nas ruas e nas janelas, nem pais-natal a subir pelas varandas, sem votos de “boas-festas” a acender e a apagar, nem catálogos de prendas nas
caixas do correio?
caixas do correio? O que ficaria da festa desses dias sem este espectáculo de que tanto gostamos?
É verdade que os primeiros “publicitários” foram os anjos quando correram a dar aos pastores a notícia do nascimento de Jesus! Apontavam para Ele, para que olhando-O sentíssemos renascer esta alegria de estarmos vivos, e de amarmos a vida mesmo quando é tão difícil. Sem precisar de comprar nada, nem de contrair empréstimos, o Menino do Natal veio até nós de graça! (…) Altear os vales e abater os montes implica um compromisso de verdade na vida. Não se pode viver aparentando o que não se é, nem o que não se tem.
Natal sem publicidade não poderá significar rever o sentido dos presentes (não obrigatórios), olhar as assimetrias de pobreza e riqueza ao nosso lado e fazer algo diferente, acolher Jesus que veio pobre para nos enriquecer com a sua pobreza?
Natal sem publicidade não poderá significar rever o sentido dos presentes (não obrigatórios), olhar as assimetrias de pobreza e riqueza ao nosso lado e fazer algo diferente, acolher Jesus que veio pobre para nos enriquecer com a sua pobreza?
Pe Vítor Gonçalves

1 Comments:
natal para ser natal o que conta é o espirito e não o material.
"se não for sentido não tem mesmo sentido" (alguem me disse esta fraze e eu acredito nela)
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Anónimo, at quarta-feira, dezembro 13, 2006 10:34:00 p.m.
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